domingo, 20 de junho de 2010

Sexualidade e Escola

        A sexualidade sempre foi um tema de difícil discussão, sobretudo nos contextos escolares. Esse fato levanta a hipótese que para além da dificuldade de se trabalhar tal temática, existe uma força extra muros, que consolida a questão. Tal pressuposto traduz a necessidade de desvelar o parâmetro educacional da sexualidade na conjuntura escolar, tendo em vista a sexualidade como parte integrante e constituinte deste sujeito aprendiz.

       Isto implica uma profunda discussão do processo educacional, uma vez que toda a cultura e conhecimentos são construídos ao longo do desenvolvimento humano, onde a escola e os educadores assumem responsabilidades fundamentais nessa formação, o que vai de encontro com as orientações dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) que tem a intenção de estimular a reflexão sobre os currículos escolares, numa proposta maleável, que pode ou não ser utilizada pelas escolas na elaboração de suas propostas curriculares, pois a sexualidade é o que há de mais íntimo nos indivíduos e aquilo que os reúne globalmente como espécie humana. 

       De seus princípios básicos, a escola é entendida como uma instituição formada por seres humanos, pais e mães, professores, alunos e funcionários, muitas vezes não é vista como um lugar onde a sexualidade deva ser expressada ou discutida. Em seu aparente silêncio, na verdade ela fala o tempo todo sobre sexualidade. O espaço da sala, a forma das mesas, o arranjo dos pátios de recreio, a distribuição dos dormitórios, os regulamentos elaborados para vigilância, tudo fala silenciosamente da maneira mais prolixa da sexualidade das crianças.

       A sexualidade humana figura como um dos temas mais inquietantes e, quase sempre, mais recusados no universo prático do educador. Entretanto, cada vez mais a escola tem sido convocada a enfrentar as transformações das práticas sexuais para além de tudo o que a sexualidade, num contexto histórico-cultural, foi reprimida e relegada ao silêncio.


Trecho de.
LUZ, Luiz Otavio. Subjetividade e Sexualidade no contexto escolar
Monografia de conclusão de curso em Psicologia, 
Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2007


Será mesmo que a escola é repressora? Será que nós somos culturalmente repressores de nossa própria sexualidade? Como trabalhar o tema em sala de aula? Devemos trabalhar? Se trabalharmos, podemos estimular algo?
Ficam as perguntas para possíveis questionamentos....

Luiz Otavio e Daniel
 

39 comentários:

  1. Sim ,pois é dificil ser discutido esse tema em sala de aula;as vezes a sexualidade em si é discriminada ,esse tema deve ser trabalhado através de conversas,palestras,seminários etc..,pois assim estaremos ajudando e não estimulando algo , através de explicações estaremos contribuindo para esse assunto tão polêmico que é a sexualidade e até mesmo ajudando contra doenças, gravidez na adolescência ou indesejada;Sendo assim muitas coisas tem acontecido por falta de diálogo entre família, escola em si na sociedade.

    Renata e Susana t: 3007

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  2. Lêda Thaisa Mendes Martins e Thaísa da Costa Domingo - CN 3007

    Com certeza a sexualidade é um tema que deve ser trabalhado em sala de aula, mas com cuidado e suavidade. Deve-se trabalhar o respeito mútuo e as individualidades de cada um.
    Até porque a questão da sexualidade é tratada a todo momento pelos alunos, professores, funcionários e etc. Apenas há um certo constrangimento em falar sobre isso, o que é uma contradição uma vez que a sexualidade é algo implicito na vida de todos.
    Todos sabem que os alunos, sejam crianças ou adolescentes, brincam, falam, conversam e trocam idéias acerca da sexualidade. A dificuldade é a hora de falar sobre aquilo com um professor, mas isso pode ser trabalhado e transformado pelo educador em conjunto com os educandos.
    Em suma, concluímos que o assunto deve ser sim abordado, mas sempre com tato, para levar ao aluno informações.

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  3. O mundo em si é repressor, e a escola nada mais é do que uma parte dele,com isso reflete seus modos e valores.
    Nós fomos educados por pessoas que forão repreendidas sexualmente
    assim somos conseguentementes repreendidos e repressores.
    A escola como a sociedade tem dificuldades em discutir,falar,explicar,explorar o tema sexualidade.
    A partir dessa conclusão os educadores devem tomar conhecimento que falar sobre esse assunto é algo extremamente necessário, pois as vezes os alunos podem ter dificuldades em relação a sua propria sexualidade causando assim um transtorno emocional.
    Em sala de aula poder ser feito rodas de conversa onde todos podem dar sua opinião,dizer o que pensam sobre o assunto e falar sobre o que acham do preconceito que existe do genêro feminino em relação ao masculino e vice-versa.
    com isso pode ser trabalhado a liberdade de expressão.
    IERP
    ALUNAS:THAILANE CRISTINA BEZERRA,
    VERÔNICA SILVA BATISTA
    TURMA: CN 3007

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  4. Concordo plenamente com Renata, tratar esse assunto na sala de aula é bastante complicado, pois tem que ser trabalhado com muito cuidado para os pais dos alunos não entenderem errado, então teriamos que tratar do assunto não só com os alunos mais sim com os pais também, através de palestras, reuniões, enfim, discutindo realmente sobre o assunto e mostrando o nosso real objetivo.

    I.E.R.P.-Aline da Costa Bonfim- CN-3007

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  5. Realmete este é um assunto de difícil discussão,e, que mesmo assim deve ser discutido.
    Sexualidade é um elemento paricular da intimidade de um indivíduo, assim, quem a decide é o própio. Esta pode sim ser influenciada (como geralmente), mas nunca deve ser opinar uma "melhor" escolha. Diante dessa polêmica, outra que surge é a sua repressão: de que vem partida da família e de seus preceitos; a sociedade também pressiona, tanto o assunto quanto o própio sujeito, o que se dá por questões diretamente culturais.E por outro lado existe também, a repressão do próprio sujeito que que se limita as propiedades à ele transmitidas (cultura), ou quando não, influencia sua repressaõ pelos 'outros' a partir de sua postura diante da sociedade.
    Então, se pode trabalhar este assunto em sala de aula? DIFÍCIL enhiê!? É importante que seja, contudo, que seja pensado. Deve-se antes estudar os conhecimentos sobre e, também, a faixa etária como alvo: "não sei se seria coerente perguntar para uma criança de 8 anos se ela gosta de meninos ou meninas...". O ideal é que se trabalhe como opição de esclarecimento para indivíduos que excedem os 12 anos de idade (em média).
    Bom, aos que já se decidiram, sejam felizes!!!

    I.E.R.P. - TURMA: CN3007 > Alber Gomes / Joseane Ribeiro.

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  6. Caroline, Isadora e Miriam 3007

    Com base no texto concluímos que a sexualidade deve ser trabalhada de modo sutil, através de palestras, seminários, projetos, etc. Assim os alunos poderão falar mais abertamente a respeito do assunto, e não tratar o tema como muitas vezes fazem, com brincadeiras ou como algo não importante.
    A escola deve discutir sobre o tema, e não só discutir, mas também estar em conjunto com a sociedade, pois ela deve estar de acordo com as mudanças e a realidade do contexto social.

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  7. Bom, sexo é sempre muito complicado de ser divulgado tanto por professores como pelos próprios paiis, mas não deveria ser assim ,pois, é por muitas vezes a falta de compreenção e conversa que muitas meninas engravidam, saber que é errado o sexo sem camisinha, todos sabem, mas uma conversa muitas das vezes podem ajudar e muiito.Esse é um dos assuntos que devem ser tratado com mas delicadeza possível, para que assim todos possam agir com consciência em seus atos.

    Aluna:Sabrina Gonçalves da Silva
    I.E.R.P

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  8. Achamos que realmente a questão da sexualidade está presente em todo o ambiente escolar de forma implícita.
    Não sabemos por que as Instituições escolares não trabalham muito essa questão em pleno século XXI, pois é um tema essencial para os conteúdos curriculares de uma escola.

    I.E.R.P
    Alunas:Deise da silva
    Yasmin Calheiros
    Turma:cn-3009

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  9. "

    A escola não deveria ser repressora ,ao contrario ,deveria sempre trazer orientação sobre esse e outros assuntos .Não culpamos a escola por essa postura . A maior influencia sobre o tratamento que damos a esse assunto é a nossa cultura ,que nos mostra a pratica sexual de maneira vulgar ou a que só aceita uma sexualidade . Devemos trabalhar sim a questão da sexualidade em sala de aula .O professor pode trabalhar o assunto através de conversas , a partir de acontecimentos diários . O educador tem que abordar o assunto como uma questão natural , para que o próprio educando tire suas próprias conclusões , sem a influencia de ninguém.

    IERP
    Alunos : Filipe Emanuel e Thabata Muniz
    CN3009

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  10. Este assunto gera muita polêmica, não só nas escolas mas também nas casas.
    Na maioria das vezes as crianças e os adolescentes só tem informações sobre o assunto a partir da mídia e campanhas publicitárias, pois quando não há um "muro" entre eles e seus pais, há entre eles e sua escola, porém se formos para pra pensar já houve uma grande evolução do tempo de nossos pais para os dias de hoje por exemplo, mas há na nossa sociedade a repressão do tema sexualidade.
    Há escolas que ate tentam ou abordam este tema , mas quando esta tomam esta posição, são muito criticadas pelos pais que acham que a escola esta poluindo a mente de seu filho, induzindo-os a pratica, acham desnecessário esta orientação, assim as escolas acabam desistindo de passar este conhecimento , porém não deveria desistir tão facilmente, deveriam fazer uma reunião com os pais para fazer a conscientização da importância do tema, de mostrar qual seu objetivo em aborda-lo, para os pais ficarem conscientes e tranquilos e assim haveria a colaboração dos pais que poderiam começar a falar sobre o assunto em casa com seus filhos, resolvendo assim como trabalhar em sala de aula, acabando com a repressão na escola e em casa, resolvendo a questão da indecisão de trabalhar ou não tema e se pode estimular algo, com uma única atitude a palestra resolveriam toas as questões.

    IERP- Aluna : Júlia Elizabeth Alves de Lucena Turma: CN-3009.

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  11. A sexualidade é uma temática bem peculiar,que na maioria das vezes se torna um assunto muito polêmico devido a repressão que ocorre da sociedade e principalmente da família.
    O assunto deve sim ser discutido em sala de aula,mais de maneira que permita a participação e não o constrangimento ou a vergonha de tirar dúvidas,levando em conta a realidade e respeitando sempre o espaço do aluno.

    I.E.R.P - cn 3009
    alunas:Renata de Melo Silva e Vanessa Dos Santos Souza.

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  12. Viviane acha que os pais são mais repressores do que a escola pelo fato de seguirem uma linha religiosa , cultural ou até mesmo por pura ignorância ,querem processar educadores pelo fato de estarem incentivando a criança a praticarem o sexo. Agindo assim não permitindo que a instituição de ensino aborde esse assunto que é de suma importância no nosso meio social .Thaynar e Jéssica já pensam ao contrário , achamos que a escola é sim repressora pois tem autoridades e meis de como tratar a sexualidade em sala de aula mais fazem disso um tabu.


    Jéssica da Silva,Thaynar Christian e Viviane 3009

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  13. Sempre existiu um tabu sobre o assunto, um certo preconceito em falar a respeito.No entanto, muitos pais e as escolas começaram a mudar o seu pensamento e sua forma de agir diante do assunto, mesmo porque a mídia aborda o tema sexualidade o tempo todo.Contudo, mesmo com uma certa mudança ainda há pessoas que não falam do assunto por acharem ser pecado, por não fazer parte de seus costumes, por achar ser imoral demais,etc. Mas a escola tem o dever de expor o tema, pois forma cidadãos para a sociedade futura.E os pais,principalmente,possuem a obrigação de instruir seus filhos sobre tudo o que necessitam saber sobre o assunto.

    I.E.R.P
    Alunas :Andressa
    Elen
    Jaciara
    Turma CN 3009

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  14. A escola deve sim passar a abordar esse tema tão polêmico e que até virou tabú.....No memento atual nos deparamos com a necessidade de explorar esse tema,para trazer a muitas pessoas explicações que faltam e o resultado podemos ver no nosso cotidiano,a taxa de natalidade só aumenta, e junto aumenta também o índice de adolecêntes grávidas.Então porque é que essa sociedade hipócrita não acha certo tratármos desse assunto na escola,um lugar de aprendizagem,um local de colhermos informações???É bem melhor térmos essas informações na escola ,até porque esse assunto trata de um tema íntimo ,porém que não é nada mais que parte da nossa natureza.Do nosso ponto de vista é bem melhor aprendérmos na escola que sofre consequências mais tarde!

    Alunas:
    Tayssa Kenlle
    Yêda Verônica
    Turma:3008

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  15. Acho que na vida todos nós temos curiosidades e dúvidas
    a respeito de vários assuntos em determinada área de nossas vida .Muito de nós temos muitas dúvidas sobre a nossa sexualidade. E seria muito bom que a escola trabalhasse este assunto tão polêmico com destreza e seriedade.São através de informaçãos coerentes e precisas que muitos jovens passam a ter informações valiosas,que podem os orientar a ter decisões responsáveis para a própria vida e os desviar de caminhos que os traga muito sofrimento emocionalmente.
    Falar sobre sexo de maneira séria é expor o dilema de modo objetivo para assim se encontrar soluções que não venha ferir na integridade moral do ser humano, mas sim fazer entender que falar com clareza sobre determinados assuntos é o caminho mais fácil para se alcançar respostas para as dúvidas que surgem.É necessário quebrar o tabu que tem se instalado na sociedade a respeito do tema sexualidade , o que importa é saber que deve-se levar em conta estas dúvidas que estão na cabeça de todos nós .

    I.E.R.P
    CN - 3008
    Aluna ;Raquel Muniz da Silva

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  16. Na minha opinião as escolas deveriam abranger mais o assunto da questão da sexualidade dentro da escola, em nossa escolas por exemplo SE tivesse um projeto onde os professores falassem mais abertamente sobre o assunto, não teríamos o alto índice de gravidez dentro do ambiente escolar.
    A questão do preconceito também é uma forte influência para que não seja discutido, pois os professores tem receios ou vergonha ao se expressarem.

    Alunas: Mariângela e Maristane, 3008

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  17. Bom, entendemos que este assunto é necessário sim ser trabalhado em sala de aula pois se poderá quebrar alguns dogmas e mitos que os próprios alunos formam entre si.
    Sabemos que este é um assunto bastante delicado de ser trabalhado mais com paciência, tudo pode fluir.
    A sexualidade é um assunto muito presente no meio das crianças de hoje e a escola deve ter sua parcela de ensino em relação a mesma.
    Normalmente os pais não conversam com seus filhos sobre sexualidade mais se a escola trabalhar poderemos evitar muitos problemas comuns por falta de conversa.

    Alunas:Aldenise Cardoso
    Juliene Alves de Souza.
    Turma:3008
    Turno:tarde.

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  18. Este comentário foi removido pelo autor.

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  19. A escola não é repressora, pois muitas das vezes quando tenta falar sobre a sexualidade na turma o professor é criticado pela família porque eles não aceitam que o filho fale sobre sua sexualidade na escola.Já que os pais criticam tanto a ação do professor porque eles mesmos não falam sobre sexo com os seus filhos ?
    É muito facíl criticar a ação do professor, mais falar de sexualidade com os filhos ninguém quer, por isso eu acho que a família não deveria fazer pouco caso do que o professor passa para os seus filhos porque os professores só estão evitando que os seus filhos se tornem pessoas ignorantes.
    I.E.R.P - 3008
    Camille de Medeiros, Maiara Nunes e Mayara Araújo.

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  20. concordamos com o comentario feito acima, porem descordamos quando nele é citado que os pais e as escolas começaram a mudar seus pensamentos a respeitoda sexualidade.Descordamos dele pois a mesma porcentagem que havia antes em relação aos pais e as escolas continuam as mesmas. O que mudou hoje em dia foi a forma de se abordar o assunto tanto dentro das salas como em casa.
    Uma das formas de se trabalhar o assunto seria as palestras organizadas pelas escolas não so para os alunos mas para os pais tambem , essa palestra ajudaria a mudar a convivência entre pais, filhos e escola.Nestas palestras poderiam haver gincanas e debates onde os pais pudessem tirar as dúvidas e os filhos tambem.

    andressa e nathalia , 3008

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  21. A escola já foi sim repressora,mas hoje em dia já trabalha melhor o tema.É claro que não prefundamente e isso acarreta dúvidas nos alunos .A sexualidade nada mais é do que desejo nos quais muitas pessoas passam grande parte de suas vidas reprimindo-as por medo da sociedade, que a tempo todo tenta nos ditar, o que devemos ser e como devemos agir.A escola entao tem como funçao trabalhar no aluno uma melhor compreençao de si mesmo.

    Beatriz Xavier e Thaís Santos Lima, 3008

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  22. Catiene e Thalita; turma CN: 3007

    A sexualidade é oprimida em qualquer lugar, mas principalmente em ambiente escolar, quando na verdade deveria está inserida no contexto escolar. Este assunto deveria ser tradado em qualquer idade, para não encarmos com preconceito e sim como algo que deve ser aceito, por todos.
    Exemplos em que a escola oprime a sexualidade é: quando dizem que meninos devem brincar com meninos e meninas com meninas, e outras coisas desse tipo.
    Nós professores deveríamos trabalhar este assunto sempre em sala, porém com um pouco de cautela ao falar. Acreditamos que isso não estimularia ninguém, mas sim abriria horizontes para agir de maneira correta.

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  23. Este comentário foi removido pelo autor.

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  24. Mesmo com o axílio dos PCNs, a sexualidade é um conteúdo difícil de ser trabalhado, pois com certeza há uma grande repressão tanto da escola quanto da família perante ao tema.
    Alguns pais são leigos ou não receberam esse tipo de educação e não aceitam que este conteúdo seja comentado em sala de aula.
    E as escolas que se sentem na obrigação de informar seus alunos a respeito, recebem o preconceito de estar incentivando o ato,e acaba opitando por não trabalhá-lo.
    FABIANA SALES CN:3008

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  25. Cláudia Molina professora de biologia.
    O preconceito para uma educação sexual nas instituições de ensino pelos próprios gestores ainda é muito denso. Falo instituição de ensino pois independe da origem social e filosófica da escola,podendo ser pública ou de rede privada abrangendo todos os seguimentos até mesmo nas universidades, visto que nossos jovens estão a cada dia chegando mais cedo nos bancos do ensino superior sem nenhuma maturidade para seus reais objetivos de vida. Falo com propriedade sobre o assunto pois na qualidade de professora de ciências biológicas necessito de um apoio das instituições e da família que se omite ao diálogo em casa. Por pesquisas acreditei que são reprimidos por gerações , religiões , vergonha de expor seus pensamentos e até mesmo falta de conhecimento sobre o seus filhos querem saber. Com tanta repressão nossos alunos vão aprender a lidar com as emoções e administrar a produção dos hormônios na ESCOLA DA VIDA, trazendo consequências irreparáveis para a família. A educação escolar orientada é o melhor caminho para todos os questionamentos. 28 de junho de 2010

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  26. A sexualidade é um assunto muito relativo, pois de um lado uns concordam com a conscientização deste e do outro preferem a omissão e repressão, sobretudo nos ambientes escolar e familiar. Apesar do excesso de informações transmitidas pela mídia os pais dificilmente procuram abranger o assunto com seus filhos, por isso, um elevado número de gravidez precoce e indesejada e uma grande quantidade de casos de doenças sexualmente transmissíveis. Muitos pais ainda sentem vergonha ou acham cedo demais para uma conversa sobre sexualidade com crianças e adolescentes, porém o que eles não sabem é que o erro se encontra nesta omissão da verdade. Pois, quanto mais esconde, maior a vontade da voluptuosidade. Muitas escolas até tentam ou falam sobre sexualidade, porém os pais não ficam satisfeitos . Alguns professores sentem até medo de colocar essa questão para uma problematização em sala de aula, por se sentirem reprimidos pelos familiares. Na verdade, este assunto está ligado a realidade de muitos adolescentes, e quando se tem palestras na escola sobre isso os jovens não dão a merecida atenção e geralmente acham que nunca com eles, mas pode acontecer com qualquer um de nós.
    IERP
    Aluna: Laíssa Rodrigues
    Turma: CN3009

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  27. Acredito que a repressão não venha extamente da escola, e sim da sociedade. Essa repressão chega a escola porque a escola, a educação não é neutra,ela sofre influência da sociedade e dos acontecimentos históricos.
    Dessa forma pode se entender que hoje a sexualidade ainda não é trabalhada de forma ideal nas escolas porque a sociedade ainda não vê isso como ideal.Mas pensem: Hoje se fala em sexualidade muito mais abertamente do que nas gerações passadas.
    Então acredito que daqui a um tempo, nas próximas gerações isso irá evoluir. Até porque a escola precisa acompanhar o mundo e a sexualidade cada vez mais está impressa em todos os momentos.
    Cada vez mais as pessoas lutam por sua sexualidade,suas opções e isso forçara de maneira positiva a sociedade crescer neste aspecto.
    Com relação a escola,a sexualidade deve ser trabalhada sim adequando-se somente a faixa etária do público alvo.

    Instituto de Educação Rangel Pestana
    Jenifer Cabral Silva
    3008 CN

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  28. É evidente que a sociedade em si é repressora quanto à sexualidade, e essa questão é explícita em nossas vidas, desde a antiguidade até os dias de hoje. Mesmo com o amadurecimento da idéia, ainda é muito difícil, se tornando polemico falar desse assunto.
    O papel da escola é primeiramente conscientizar os pais, porque a critica que vem deles em relação a escola tratar da sexualidade, é o estimulo que eles acham que passa a existir quando seus filhos têm acesso a essas informações. Mas isso depende do segmento em questão, sendo este, por exemplo, o primeiro ciclo do Ensino Fundamental. E se tratando do Ensino Médio podem sim ser usados os temas transversais diretamente, sem receio de influenciar os alunos a pratica porque lês já tem suas opiniões formadas sobre o assunto. Sendo esta, a escola, não repressora, já que seu objetivo como instituição educadora é justamente quebrar esses “extra muros”. Para que haja então, uma ponte entre informação, conscientização e até mesmo preservação do ser humano.

    I.E.R.P
    Aluna: Nathália Barbosa Turma:CN3009

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  29. Falar sobre sexualidade pode até não ser confortável para os "reprimidos sexuais" (como diz meu profº de Psicologia), mas é de extrema necessidade. O que é um ser humano que não se conhece sexualmente? Se conhecer sexualmente inclui tanto o fator biológico como o fator psicológico e é importante para todos que se tenha tal conhecimento.
    Muitas pessoas acreditam que essas noções de sexualidade devem ser dadas apenas quando a criança atingir a "idade certa". Mas eu faço uma pergunta: qual seria esta idade certa?
    Essa idade não existe. As crianças desde bem cedo devem ouvir sobre sexualidade e entender os funcionamentos do seu corpo. Alguns pais e professores acreditam que quanto mais tarde informarem a criança sobre o que elas perguntam sobre seu corpo e também sobre o corpo de uma do sexo oposto, estarão retardando também, junto com o conhecimento, a descoberta. Isso não é verdade. Uma criança que não sabe nada sobre seu corpo, não sabe de onde veio ou como veio e nunca obtém respostas para suas perguntas, irá, sem dúvidas, procurar respostas com outras pessoas que ou sabem pouco ou não sabem nada e inventam histórias. Sendo assim, essa criança, por não conhecer quase nada, irá procurar outros meios de se conhecer e de conhecer o outro. Se as respostas que ela procurava era sobre sexo... Que droga! Poderá ou arrumar uma doença, ou um filho ou quem sabe, uma frustração. Viu só que chato?
    Por isso que é tão importante informar as crianças sobre o que ela perguntarem. Mas lembre-se: apenas o que elas perguntarem e nada mais. Sem esquecer, é claro, de adequar às palavras, gestos e exemplos. Não faça do seu filho ou aluno, um reprimido sexual!

    IERP
    Juliana Rodrigues Machado
    CN:3007

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  30. Os professores devem trabalhar sexualidade nas escolas sim, porque a criança precisa saber sobre esses assuntos que surgem hoje dia, por isso que há muitas adoscentes hoje em dia gravida isso tudo ocorre porque os pais nao sentam para conversar determinados assuntos com seus filhos, como Catiene disse :Que muitas vezes as pessoas falam que menina brinca com menina e menino com menino, eu penso assim que isso nao deveria existir porque com os pais dizendo isso a criança ja cresce com preconceitos sexuais ou ate mesmo os homens maxista e a mulher feminista.

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  31. Os professores devem trabalhar sexualidade nas escolas sim, porque a criança precisa saber sobre esses assuntos que surgem hoje dia, por isso que há muitas adoscentes hoje em dia gravida isso tudo ocorre porque os pais nao sentam para conversar determinados assuntos com seus filhos, como Catiene disse :Que muitas vezes as pessoas falam que menina brinca com menina e menino com menino, eu penso assim que isso nao deveria existir porque com os pais dizendo isso a criança ja cresce com preconceitos sexuais ou ate mesmo os homens maxista e a mulher feminista.

    IERP
    Aluna:Thaís Macário Ignácio
    Turma:3007

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  32. Enquanto tratarmos a sexualidade como algo feio e impuro, ela sempre será motivo de grande discussão. Não adianta culpar somente os pais ou a cultura que vivemos por não deixar que a sexualidade seja debatida e estudada dentro da sala de aula, muitas vezes o professor é o responsável por fazer deste tema, um assunto constrangedor e transforma-lo em tabú.
    Na minha opínião o primeiro passo a ser dado é fazer com que todos entendam a real seriedade e complexidade do assunto, é necessário a montagem de todo um esquema em foco, seja em respeito ao próximo ou a si próprio. Afinal, este respeito é peça chave para que entendamos a sexualidade como algo extremamente particular, mas que não quer dizer que não se possa discutir o assunto em grupo.
    No entanto, acho importante ressaltar que nem sempre os alunos estão interessados em levar a sério o que alguns professores discutem em sala de aula e não dão a importância necessária. Com isso, aparecem meninas grávidas precocemente e o alto índice de doenças sexualmente transmíssiveis se torna alarmante, com todos questionando o porquê já que todos possuiriam as informações necessárias.
    Para concluir quero parabenizar todos os professores pela "coragem" de trazer tal assunto para a sala de aula e o discutir com seriedade e responsabilidade. Afinal, não podemos esquecer que cada um dentro da sua particularidade tem o direito, ou não, de falar no assunto.

    Aluna: Luana Araújo de Moura
    Turma: CN - 3009

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  33. - Nossos pai foram criados de forma que não podiam nem citar a palavra sexo . E os pais passam isso para os filhos, banalizam o sexo, e quando se deparam com uma situação de educação sexual na escola, acham que forão em vão seus ensinamentos, em questão a ignorancia, pois educação sexual são conselhos, prevenção.
    Mais as escolas por sua vez ,tambem não aborda este tema frequentemente, e quando aborda muitos alunos se envergonham como acontece em muitas classes , onde na verdade é algo que todos sabem mais muitos gostam de fingir que são inocentes, um assunto tão eficaz deve ser trabalhado sempre nas instituiçoes.


    IERP
    ALUNA :FERNANDA CARDOSO DA SILVA
    TURMA :CN 3008

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  34. Se fosse à cinco anos atrás poderia dizer que a escola reprimia, mais como sempre estamos em mudança, hoje já não é tão difícil falar sobre a sexualidade em sala de aula (embora o assunto requer muita delicadeza e cautela), pois as pessoas sabem que é melhor falar sobre esse assunto desde pequeno, e de maneira nenhuma reprimir. Culturalmente e religisamente samos preconceituosos sobre isso, pois se uma menina fica com muitos garotos no mesmo dia ela é chamada de "piranha", mas se um menino fizer o mesmo é visto como "pegagdor" e em outros casos como: a menina deve peservar sua pureza até casar-se, e acham também que existe idade certa para falar sobre a sexualidae, sendo que, isso pode ser falado desde de pequeno.A sexualidade pode ser bem trabalhada em sala de aula, mas com muita cautela e de preferência ter uma coversa com os pais primeiro, para que não arrumemos problemas futuros com pais. Acho que o professor nao deve estimular a sexualidade, mas se perceber algo do tipo direcionar um tempo de sua aula para descutirem sobre o assunto e assim solucioná-lo.

    IERP
    ALUNA: ANA CAROLINE TURMA: 3009

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  35. .

    Realmente este é um assunto de difícil discussão,e, que mesmo assim deve ser discutido.
    Gente Helloooooo... Estamos no século XXI, temos que regredir...
    Temos que pensar em como fazer para isso mudar... Isso é essencial numa escola...
    Por que será que muitas meninas em pleno século XXI, ainda engravidam de bobeira com tantos métodos por ai?
    Muitas vezes é por querer, outras são por falta de um conselho, uma conversa com um adulta mais experiente.
    Os jovens não se sentem muito avontade em discutir esse assunto porque não tem costume... Nem os próprios pais conversam com os filhos.
    Ai quando a filha engravida, quer botá-la para fora de casa...
    Para a escola começar a tentar mudar isso, ela deve trazer palestras, os professores passarem trabalhos como seminário, projetos, etc.. Assim, os alunos vão começar a falar mais abertamente e perder a vergonha...


    I.E.R.P
    Aluna: Suelen Costa Da Conceição
    Turma: cn-3009

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  36. A grande questão hoje em dia é: como posso falar de sexualidade com meus alunos?
    simplesmente a sexualidade como diz no texto está em todo o lugar, na escola, em casa, nas lojas, hospitais. e na minha opinião não trabalha-se sexualidade nas escolas porque muitos que se dizem "profissionais da educação" não sabe nem o que vem a ser sexualidade.
    talvez, talvez não, aina há um tabu muito grande sobre a palavra sexo. e a palavra sexualidade que eh derivada de sexo acaba sendo mal interpretaa por todos.
    acho importante sim a sexualidade ser trabalhada nas escolas logo na infância ou assim teremos mais adultos totalmente desinformados a respeito do assunto.

    I.E.R.P
    Aluna: CAMILA MORAES ATHANAZIO
    TURMA:CN- 3008

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  37. Boa tarde, Luis Otavio.

    Somos acadêmicas do Curso de Mestrado em Educação da Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC e estamos elaborando um curso virtual sobre sexualidade e formação de educadores. Consideramos esse recorte de sua monografia interessante e com o intuito de utilizá-lo em uma de nossas aulas com a devida e correta identificação de sua autoria, mas estamos em conflito e questionamos a expressão "de encontro" que sugere "ir contra". No contexto a expressão mais indicada não seria "ao encontro" com o significado "de acordo com"?
    Aguardamos seu breve retorno e aprovação para alterar o termo pelo e-mail mestradoudesc_2010@grupos.com.br

    Mestrandas da disciplina de Tecnologias e formação de educadores: interface com a temática Educação Sexual

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  38. não entendi quase nada mesmo descupe

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